Monday, March 23, 2009

Os resultados finais 2P2T


Aqui ficam os resultados da segunda avaliação do 2º período do ano lectivo 2008/2009

Ana Conceição Monteiro: 144 (pontos)
Cácia Paris: 120 (pontos)
Diogo Lajas: 167 (pontos)
Duarte Sousa Dias: 124 (pontos)
Emanuel Henriques: 154 (pontos)
Fernando Guilherme Sousa: 180 (pontos)
Flávio Veloso: 193 (pontos)
Francisco Bragança Pinto: 159 (pontos)
Gil Pinheiro: 122 (pontos)
Gonçalo Silva: 166 (pontos)
João Guilherme Machado: 180 (pontos)
João Pedro Coelho: 135 (pontos)
José Diogo Carvalho: 147 (pontos)
Tiago Perafita: 178 (pontos)
Miguel Stella: 175 (pontos)
Pedro Brito: 173 (pontos)
Vasco Andrade: 151 (pontos)

Tuesday, March 3, 2009

O que de melhor responderam

Resposta 1
A compressão com perdas (lossy compression) é o tipo de compressão onde se perde informação e onde a qualidade se vai desgastando sempre que é comprimido-descomprimido o ficheiro. Um exemplo desta compressão é o Mp3, os sons que são inaudíveis ao ouvido humano são apagados para que o tamanho do ficheiro seja reduzido. A compressão sem perdas (losseless compression) é aquela onde, não importando quantas vezes o ficheiro seja comprimido-descomprimido, a qualidade e o tamanho do ficheiro original mantém-se. Um exemplo dessa compressão é o Winzip, que pode comprimir qualquer tipo de ficheiro, mas o ficheiro mantém a qualidade e o tamanho original.

Resposta 2
Os Gráficos Vectoriais, à medida que alteram o seu tamanho, adaptam-se, sem que haja perda de qualidade. A sua estrutura é modificada, aumentando ou diminuindo assim o espaço ocupado em disco rígido. São imagens feitas à base de pontos linhas, sendo desenhadas através de equações matemáticas, o que permite que estas se adaptem à escala pretendida. O ficheiro mais utilizado é o SVG. Por outro lado, as imagens Bitmap são construídas a partir de quadrados de dimensões reduzidas, denominados pixel. Não se adaptam às alterações a nível das dimensões, isto é, mantêm intacta a sua estrutura, ocupando sempre o mesmo espaço em disco. Quanto a ficheiros, são utilizados os jpeg, png e gif.

http://free-soft.blogs.sapo.pt/22312.html
http://www.tecnet.pt/portugal/24369.html


Resposta3
TIFF – (acrónimo para Tagged Image File Format) é um formato de arquivo raster (popularmente chamado de bitmap, no Brasil) para imagens digitais criado pela Aldus para uso no processo de impressão PostScript, que agora é controlado pela Adobe. Transformou-se no formato padrão dos arquivos gráficos (32-bits) com elevada definição de cores. É usado extensamente em aplicações de manipulação de imagem tais como Photoshop, DTP e scanners e também muito utilizado para o intercâmbio de imagens entre as diversas plataformas (hardware : PC, Macintosh, software : Linux, Windows).

GIF – Este formato de arquivo atualmente é amplamente utilizado na web por causa do seu tamanho compacto. No entanto, este formato possui uma paleta limitada de cores (256 no máximo), impedindo o seu uso prático na compactação de fotografias. Por causa desta limitação o formato GIF é utilizado para armazenar ícones, pequenas animações ou imagens com áreas extensas de cores chapadas.

BMP – Windows Bitmap (BMP) é um formato de gráficos por mapa de bits (composto por pixels) usado pelos gráficos de subsistema (GDI) da Microsoft Windows, e é usada geralmente como um formato de gráficos nessa plataforma. Os gráficos BMP podem produzir uma qualidade aceitável quando impressos em impressoras de baixa resolução ou não-PostScript, mas é nos ecras queeste apresenta a maior qualidade.

JPEG - O formato JPEG (Joint Photographic Experts Group) costuma ser usado para exibir fotografias e outras imagens de tonalidade contínua em arquivos HTML (Hypertext Markup Language) na World Wide Web e em outras mídias on-line. O formato JPEG suporta modos de cor CMYK, RGB e escala de cinza. Diferente de GIF, o JPEG retém todas as informações sobre cores de uma imagem RGB. O JPEG usa um esquema de compactação com perdas ajustável, que reduz efetivamente o tamanho do arquivo, identificando e descartando dados extras não essenciais para a exibição da imagem. Um nível mais alto de compactação resulta em qualidade de imagem inferior; um nível mais baixo de compactação resulta em qualidade de imagem melhor, mas o tamanho de arquivo será maior. Na maioria dos casos, a compactação de uma imagem com a opção de qualidade 'Máxima' produz um resultado idêntico ao original. Abrir uma imagem JPEG descompacta-a automaticamente.

Resposta 4
As várias formas que pode assumir é plain text, rich text e hypertext. No plaintext existe uma única fonte, sem qualquer tipo de formatação e o tipo de leitura é linear. Rich text permite a formatação do texto ou seja, existe várias fontes e tamanhos, por ultimo o hyper text onde se pode inserir hiperligações permitido uma leitura não linear.

Resposta 5
O texto tem dupla natureza, há duas partes distintas. Uma delas é a parte semântica das palavras que é o conteúdo lexical e dá a lógica a um texto. A outra parte pertence apenas à visualização, tem a ver com a aparência. Um texto pode ter mais ou menos facilidade de leitura.

Resposta 6
As fontes podem classificar-se em escaladas: True Type, que fornecia aos criadores de fontes um melhor controlo sobre como as suas fontes seriam exibidas; Type I, também conhecido por PostScript criadas pela Adobe para serem usadas em impressoras PostScript; Open Type, inicialmente desenvolvido pela Microsoft mais tarde em colaboração com a Adobe Systems, que dispõe opções avançadas de tipografia; e em Bitmapped, que são guardadas como uma matriz de pixeís e, por conseguinte, ao serem ampliadas, perdem a qualidade. Para além disso podem ser caracterizadas tendo em conta o espaçamento, serifadas e não serifadas.

Resposta 7
de Marco
aluno = nº do aluno + nome + morada + localidade + data nascimento + códido curso + nome curso + disciplinas + {código disciplina + disciplina + ano de conclusão + classificação}

Gane and Sarson
Aluno
nº aluno
nome
morada
localidade
data nascimento
código curso
nome cusro
disciplinas*
código disciplina
disciplina
ano de conclusao
classificação

Resposta 8
1ª Forma Normal
#Aluno
NumAluno
Nome
Morada
Localidade
DataNascimento
CodCurso
NomeCurso

#Disciplinas
CodDisciplina
Disciplina
AnoConclusão
Classificação

2ª Forma Normal
#Aluno
NumAluno
Nome
Morada
Localidade
DataNascimento
CodCurso
NomeCurso

#Aluno/Disciplina
NumAluno
CodDisciplina

#Disciplina
CodDisciplina
Disciplina
AnoConclusão
Classificação

3ª Forma Normal
#Aluno
NumAluno
Nome
Morada
Localidade
DataNascimento
CodCurso

#Aluno/Disciplina
NumAluno
CodDisciplina

#Disciplina
CodDisciplina
Disciplina
AnoConclusão
Classificação

#Curso
CodCurso
NomeCurso

Resposta 9
(ver imagem)

Resposta 10
Caminho Crítico: BEGIH
Tempo Critico: 23 U.T.

Resposta 11
1- [Inicio]
L = 1 até N
Pesquisa = ““
Funcionário(L) = ““
Bandeira = ø
2 – [Ler Dados]
L = 1 até N
Ler Funcionário (L)
3 – [Pesquisar Funcionário]
Ler Pesquisa
L = 1 até N
Se Pesquisa = Funcionário (L) então Bandeira = 1
4 – [Verificar existência]
Se bandeira = 1 então escreve (“Pesquisa com sucesso”)
Senão escreve (“Não existe”)
5 – [Finalizar]
Fim

Resposta 12
(a publicar o melhor trabalho)

Monday, March 2, 2009

3º momento de avaliação


Aqui ficam os resultados da primeira avaliação do 2º período do ano lectivo 2008/2009

Ana Conceição Monteiro: 127 (pontos)
Cácia Paris: 116 (pontos)
Diogo Lajas: 98 (pontos)
Duarte Sousa Dias: 123 (pontos)
Emanuel Henriques: 127 (pontos)
Fernando Guilherme Sousa: 178 (pontos)
Flávio Veloso: 177 (pontos)
Francisco Bragança Pinto: 116 (pontos)
Gil Pinheiro: 113 (pontos)
Gonçalo Silva: 148 (pontos)
João Guilherme Machado: 112 (pontos)
João Pedro Coelho: 131 (pontos)
José Diogo Carvalho: 137 (pontos)
Tiago Perafita: 147 (pontos)
Miguel Stella: 105 (pontos)
Pedro Brito: 150 (pontos)

Observação: Os alunos que não obtiveram a cotação máxima na última questão da ficha de avaliação, podem apresentar um trabalho relacionado com o tema abordado na questão, na próxima semana. Esse trabalho será avaliado com a cotação da referida questão.

Tuesday, November 11, 2008

Descobre as perguntas

Resposta 1
TUI (Text User Interface) é uma interface a base de texto, que ao contrário de CLI, na qual todos os comandos e opções se encontram no ecrã, sendo necessário apenas premir um certo botão para seleccionar uma opção ou usar as setas para a navegação. Ex.: BIOS. Ao contrário do TUI que funciona apenas com o teclado o GUI (Graphical User Interface) introduz o uso do rato, pois é uma interface gráfica cuja navegação é efectuada através de janelas e ícones, facilitando a navegação. Ex.: Windows.

Resposta 2
Interface é um ponto, área ou superfície que possibilita a ligação e interacção entre dois sistemas diferentes, proporcionando a comunicação entre os dois. Acaba por funcionar como um tradutor que trabalha de forma a tornar possível que ambos se entendam.

Resposta 3
A Realidade Virtual Imersiva é baseada no uso de capacetes ou de salas de projecção nas paredes, neste caso o utilizador sente-se dentro do interface, como que se estivesse a participar activamente no "programa", neste caso o utilizador tem uma alta interacção com o ambiente Virtual. A Realidade Virtual não Imersiva baseia-se no uso de monitores, ou seja, aqui o utilizador tem que olhar para o monitor como se de uma janela se tratasse, observando o mundo Virtual, aqui o utilizador não tem uma interacção tão boa com o ambiente.

Resposta 4
Realidade virtual e uma tecnologia de interface avançada entre um utilizador e um sistema informático. Em sintese é a simulação da realidade , utilizando computador e através da utilização de perfiférico.

Resposta 5
a) Coactivo – O controlo do conteúdo é limitado e controlo da estrutura é alargada.
b) Proactiva- O controlo da estrutura é alargado e o controlo do conteúdo também é alargado
c) Reactivo - O controlo da estrutura é limitado e o controlo do conteúdo é limitado
d) Coactivo

Resposta 6
a) Falso. O modelo essencial é que é composto pelo modelo ambiental e comportamental.
b) Falso. A análise Essencial é composta por dois níveis, o modelo essencial (lógico) e o modelo comportamental (físico).
c) Verdadeiro. No diagrama de contexto as entradas do sistema são produzidas pelas entidades externas e as saídas pelo próprio sistema.
d) Verdadeiro. Analisar um sistema o que implica realizar um estudo de forma a entender como ele funciona e verificar se é necessário introduzir melhorias.
e) Verdadeiro. O dicionário de dados é uma ferramenta de texto de suporte à análise.

Resposta 7
Um sistema aberto é um sistema que interage com o meio ambiente, envolvendo e troca de informação com ele através de "inputs" e "outputs".
Um sistema fechado não troca nem interage com o meio exterior e é, por isso, considerado um sistema isolado.

Resposta 8
As funções dos analistas dos sistemas são as seguintes:
> identificar os objectivos, conhecendo os resultados que se pretendem alcançar.
> realizar um levantamento prévio dos requisitos para análise dos sistemas.
> encontrar soluções alternativas para alcançar os objectivos.
> detectar restrições às soluções propostas, que podem conter limitações de implementação.
> criar modelos que representam o sistema, para facilitar a análise do mesmo.
> definir critérios de avaliação.

Resposta 9
Defenição de análise de sistema: analizar um sistema implica realizar um estudo profundo de forma a entender como ele funciona.

Resposta 10
Depois de conhecidos os objectivos e na posse dos requesitos dos sistemas (função, dados e comportamento) o Modelo Ambiental define a fronteira entre o sistema e o meio ambiente. Identificam-se os aconbtecimentos (eventos) exteriores que activam o sistema e que respostas o sistema devolve ao meio. O Modelo Ambiental proporciona uma perspectiva externa do sistema.

Resposta 11
As técnicas utilizadas no modelo comportamental são: DFD-Diagrama de Fluxo de Dados, DD- Dicionário de Dados e DER ou DEA- Diagrama de Entidade e Associação ou Relação.

Resposta 12
Num sistema podemos encontrar eventos temporais, condicionais, de controlo e de fluxo de informação.
Os eventos temporais são eventos que ocorrem periodicamente.
Os eventos condicionais dependem da satisfação de uma condição interna do sistema.
Os eventos de controlo ocorrem quando há sinais de controlo.
Finalmente, os eventos de fluxo transportam dados e estão associados a um fluxo de dados do exterior para o sistema.

Resposta 13
Modelo ambiental fornece a perspectiva do exterior do sistema, descreve os seus objectivos; a fronteira entre ele e o meio ambiente definindo as entidades externas aos eventos do ambiente externo aos quais deve corresponder: definição de objectivos, lista de eventos e diagrama de contexto.

Resposta 14
Um diagrama de fluxo de dados (DFD) é uma representação lógica do sistema que tem como objectivo descrever graficamente o fluxo de informação e as transformações aplicadas aos dados.
Os DFD’s são compostos por 4 objectos, o fluxo de dados, processo, entidade e arquivo.

Resposta 15
Não, pois um processo recebe dados de "input" e transforma-os esses dados num fluxo de "output", logo não pode ter apenas fluxos num só sentido.

Resposta 16
Figura 1: fluxo de dados
Figura 2: processo
Figura 3: entidade
Figura 4: arquivo

Resposta 17
Escolher nomes significativos e únicos para todos os componentes de um Diagrama de Fluxo de Dados.
Evitar desenhar Diagramas de Fluxos de Dados, refazendo-o tantas vezes quantas as que forem necessárias.
Num Diagrama de Fluxo de Dados, os Fluxos de Dados que entram e/ou saem de um diagrama de nível superior devem entrar ou sair de do nível inferior.
Num Diagrama de Fluxo de Dados, um Arquivo de Dados que existe entre dois ou mais Processos no nível mais alto passa a ser representado em todos os níveis inferiores que envolvem esses Processos.

Resposta 19
É uma ferramenta de texto de suporte à análise, que contém informação sobre os dados. Permite descrever os fluxos de dados, os depósitos de dados, os elementos de dados e outros elementos que compõem um diagrama de fluxos de dados. Permite descrever com rigor, de forma formal e estruturada, os detalhes lógicos dos componentes do sistema, mas não de debruça sobre a estrutura organizacional deles.

Monday, November 10, 2008

1º momento de avaliação


Aqui ficam os resultados da primeira avaliação do ano lectivo 2008/2009

Ana Conceição Monteiro: 185 (pontos)
Cácia Paris: 164 (pontos)
Daniel: 71 (pontos)
Diogo Lajas: 167 (pontos)
Duarte Sousa Dias: 72 (pontos)
Emanuel Henriques: 98 (pontos)
Fernando Guilherme Sousa: 182 (pontos)
Flávio Veloso: 198 (pontos)
Francisco Bragança Pinto: 108 (pontos)
Gil Pinheiro: 150 (pontos)
Gonçalo Silva: 179 (pontos)
João Guilherme Machado: 158 (pontos)
João Pedro Coelho: 147 (pontos)
José Diogo Carvalho: 147 (pontos)
Tiago Perafita: 166 (pontos)
Miguel Stella: 168 (pontos)
Pedro Brito: 180 (pontos)

Estamos de volta!

É verdade... estamos de volta e apesar de lamentar e não entender a razão para tal facto aqui ficam os último posts da disciplina. Espero que ainda sirva para muitos alunos e a todos que visitarem este blog não esqueçam de deixar as suas sugestões, comentário e/ou criticas.

Tuesday, May 27, 2008

As nossas respostas

Resposta 1
O som é resultado de um movimento vibratório da matéria transmitido através de meios materiais e elásticos. É energia que se propaga através das ondas mecânicas porque precisam de um meio material para se propagar. Este meio pode ser sólido, líquido ou gasoso. Na parte das vezes, os sons que ouvimos são transmitidos através do ar. Os meios de propagação são chamados meios elásticos por serem capazes de se deformarem à passagem das ondas sonoras e regressarem a sua forma original após a passagem das mesmas.
http://www.numaboa.com.br/coreto/tutor/fisica.php

Resposta 2
O som estéreo ou estereofónico é um tipo de reprodução sonora baseada no fato de que temos dois ouvidos. Um atributo que nos permite localizar a origem, a distância e o sentido do som (isto é, se está vindo da direita para a esquerda ou vice-versa). A reprodução estéreo simula este efeito de percepção de som pois é composta de 2 canais independentes. Por exemplo – Em um som estéreo o cantor pode ser captado por um microfone e os instrumentos por outro. Assim quando formos ouvir vamos ter a sensação da voz de um lado e dos instrumentos do outro lado do ambiente.O som mono ou monoaural só possui um canal, portanto o som só é captado por um único microfone. Portanto a reprodução do tipo mono não é capaz de produzir nenhum efeito de profundidade, mesmo que seja ligado a varias caixas de som simultaneamente.
http://guia.mercadolivre.com.br/diferencas-som-estereo-mono-17502-VGP

Resposta 5
Bit-rate é o número de bits usados por segundo, para representar o conteúdo a ser exibido. Quanto maior for o bit-rate, maior será a qualidade, assim como o tamanho do arquivo. Existem formatos com bit-rate fixo, e também de bit-rate variável, onde o bit-rate muda de acordo com o trecho, respeitando um limite estabelecido. Assim, num vídeo em Divx, podemos ter um bit-rate de 1000 kbits numa cena com pouca movimentação, e 6000 kbits numa cena de acção, com mudanças de tela mais rápidas. Sample rate está relacionada directamente com a "velocidade" da captura de uma "amostra" de determinada "definição"( bitrate) em uma medida de tempo. Esta medida é dada em hz (hertz), onde cada unidade equivale a 1 ciclo por segundo. Portanto, Se estamos trabalhando com 44100 hz de Samplerate e 24 bits de Bitrate, isto quer dizer que a cada segundo estamos a capturar 44100 amostras de 24 bits. A frequência com que as amostras (leituras) de uma variável física, como o som, são obtidas. Quanto maior a taxa de amostragem (isto é, o número de amostras obtidas por unidade de tempo), mais próximo o resultado digitalizado ficará do original.
http://www.netpedia.com.br/MostraTermo.php?TermID=5841

Resposta7
O MPEG-1/2 Audio Layer 3, mais conhecido como MP3, foi um dos primeiros tipos de compressão de áudio com perdas quase imperceptíveis ao ouvido humano. A taxa de compressão é medida em Kb/s (kilobits por segundo), sendo 128 Kb/s a qualidade padrão, onde a redução do tamanho do arquivo é de cerca de 90%, ou seja, uma razão de 10:1. Essa taxa de compressão pode chegar actualmente até 320 Kb/s (qualidade máxima) na qual a redução do tamanho do arquivo é de cerca de 25%, ou seja, uma razão de 4:1, passando antes por 192 Kb/s, 256 Kb/s, ou seja, o máximo de qualidade que pode ser retirado em MP3.
O método de compressão com perdas consiste em retirar do áudio tudo aquilo que o ouvido humano não consegue distinguir, devido ao mascaramento de sons.
http://www.cadernodeinformatica.com/dicaseutilidades/mp3/artcompleto.htm

Resposta 10
O fenómeno de cintilação ou flicker acontece quando a frequência de fusão normal, 40 frames por segundo, é reduzida e passa a ter menor frequência, o que provoca a ideia aos olhos que a imagem aparece e desaparece, como intermitência.

Resposta 11
O vídeo, do latim “eu vejo”, é uma a tecnologia de processamento de sinais electrónicos analógicos ou digitais para capturar, armazenar, transmitir ou apresentar imagens em movimento. A aplicação principal da tecnologia de vídeo resultou na televisão, com todas as suas inúmeras utilizações seja no entretenimento, na educação, engenharia, ciência, indústria, segurança, defesa, artes visuais. Chama-se também de vídeo uma gravação de imagens em movimento, uma animação composta por fotos sequenciais que resultam em uma imagem animada, e principalmente as diversas formas para se gravar imagens em fitas (analógicas ou digitais) ou outras medias.

Resposta 12
Há duas formas de gerar vídeo. O vídeo capturado é um tipo de média resultante de uma recolha do exterior para o computador, através de hardware específico (por exemplo a partir de uma câmara de filmar); por outro lado existe o vídeo sintetizado, que é criado a partir de o próprio computador com a ajuda de softwares que permitam a tal criação.
http://nunper4.freehostia.com/Portfolio/?p=7

Sintetizado
http://br.youtube.com/watch?v=qo1d6ttbAq8

Capturado
http://br.youtube.com/watch?v=wFZevw1AHZs

Resposta 15
Vídeo separado ou component video é um sinal de vídeo que trata as componentes luma e chroma em sinais diferentes.Vídeo composto ou composite video é um sinal de vídeo que junta as componentes luma e chroma num único sinal.

Resposta 16
PAL, SECAM, NTSC

Resposta 19
Devido á sua grande popularidade, o vídeo necessita de ser comprimido, para facilitar a sua divulgação. Esta compressão pode ser realizada através de processos com perda (lossy) ou processos sem perda (lossless), embora este ultimo tipo de compressão não seja muito utilizada em vídeo. A compressão pode ser concretizada na criação do vídeo, ao seleccionar, por exemplo no Windows Movie Maker, um formato de vídeo comprimido, ou através da conversão de um vídeo num formato não comprimido para um formato comprimido, utilizando, por exemplo, o programa Total Vídeo Converter.